UEPG e IMM realizam curso de “Justiça Restaurativa e o Atendimento à Vítima para Facilitadores”

12/04/2021

UEPG e IMM realizam curso de “Justiça Restaurativa e o Atendimento à Vítima para Facilitadores”

Desenvolvido em parceria com a Universidade Estadual de Ponta Grossa, o Instituto Mundo Melhor promoveu, durante todo o mês de março, o curso de “Justiça Restaurativa e o atendimento à Vítima para Facilitadores”. Com carga horária de 20h, utilizando metodologias ativas com aulas síncronas e atividades reflexivas, o curso aconteceu de forma online e contou com participantes de cidades do Paraná e de São Paulo.

 

O objetivo do curso foi proporcionar formação continuada de profissionais que possuem formação em Círculos de Construção da Paz, a fim de que pudessem compreender as consequências e o alcance da violência na vida das vítimas. Além de estarem preparados para uma abordagem adequada da justiça restaurativa, evitando revitimizações.

 

O curso foi ministrado pela Dra. Glaucia Mayara Niedermeyer Orth, que é psicóloga e desenvolve o projeto “Eu com verso” do CEJUSC-Ponta Grossa, que oferta atendimento gratuito às vítimas de crimes. Também contou com as contribuições e supervisão da doutoranda Paloma Graf, em especial nas discussões referentes às violências estruturais, tais como racismo e violência contra a mulher. Entre os conteúdos abordados estão: A história da vitimologia e o movimento de direitos das vítimas; Trauma e consequências do crime para a vítima; Jornadas de vítimas e sistema de justiça; e O atendimento à vítima na justiça restaurativa e intersetorialidade.

 

Os alunos relataram terem gostado muito do curso, pelo modo como foram organizados os conteúdos e as reflexões com base em casos concretos. Ao final, cada aluno saiu do curso com a tarefa de construir um projeto de atendimento à vítima junto ao setor de justiça restaurativa de seu município. “Todo esse trabalho reafirma o compromisso da UEPG e do IMM com a transformação da realidade e com impactos positivos na formulação de políticas públicas”, salienta a presidente do Instituto, Cirlei Simão Pauliki.

 

 

 

 

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Comunicado